A Ecletiq é importadora oficial da Deep Robotics no Brasil — importação formal com Declaração de Importação e GNRE recolhida, garantia e operação em São Paulo, laboratório e assistência técnica em Campinas, SP.
Solução por setor · Segurança patrimonial

Todo morador sabe a hora da ronda. Quem observa de fora, também.

Num condomínio a ronda é a coisa mais previsível que existe: sai da guarita, faz o mesmo trajeto, volta no mesmo intervalo. Quem mora ali aprende sem querer — e quem observa de fora aprende de propósito. A ronda robótica sorteia a ordem dos pontos a cada volta. A mesma cobertura, sem horário para decorar.

Robô quadrúpede Deep Robotics em ronda autônoma noturna

O que o robô cobre num condomínio

Perímetro e muro

A volta completa pelo lado de dentro do muro, na ordem que o algoritmo sorteia. É o trecho que a câmera fixa cobre por ângulo e ninguém percorre a pé de madrugada.

Garagem e subsolo

Onde o GPS não chega. O robô navega por percepção — LiDAR e visão —, não por sinal de satélite; por isso o subsolo, que é o ponto cego clássico da ronda, entra no mesmo trajeto do resto.

Área comum depois que esvazia

Quadra, playground, salão, estacionamento de visitante. Entre as três e as cinco da manhã a atenção humana desaba — é fisiologia, não desleixo. A máquina não tem essa curva.

Onde não se quer mandar gente

Casa de máquinas, subestação, laje técnica, corredor sem saída. Não é economia de posto: é retirar exposição de onde ela não precisa existir.

Térmica: enxergar sem acender a luz

Câmera comum precisa de luz, e luz avisa que alguém está olhando. A imagem térmica lê o calor do corpo: uma pessoa parada atrás do transformador, no escuro total, aparece. E há um ganho que só condomínio tem — a ronda deixa de acordar morador. Iluminar a área comum às quatro da manhã é o custo silencioso da ronda tradicional.

Cada ronda vira documento

Toda passagem sai gravada, com hora e trajeto — o mesmo tipo de registro que o CFTV do condomínio já produz hoje, agora também para a ronda. Isso encerra a conversa mais desgastante da assembleia: se a ronda foi feita, com que frequência e até onde. Ronda sem registro é palavra contra palavra; ronda gravada é documento — e documento é o que sustenta laudo de seguradora depois de um sinistro.

Para a empresa de segurança: receita, não despesa

O desenho que faz sentido não é o condomínio comprar equipamento — é a empresa de segurança incluir a ronda robótica no contrato que já tem com o síndico. O robô entra como serviço que você revende, dentro da operação que já é sua. Dez condomínios com uma unidade cada são dez rondas 24 horas sem abrir dez postos novos, sem processo seletivo e sem escala de folga.

E o ponto que costuma ser mal entendido, então dito com todas as letras: isto não substitui vigilante nem porteiro. A profissão de vigilante é regulada pela Polícia Federal, com formação obrigatória e fiscalização — e nenhuma máquina cobre o que uma pessoa treinada resolve na guarita. O robô assume o perímetro para que a pessoa fique onde o síndico decidir que ela faz mais falta: quase sempre no controle de acesso.

Robôs indicados

Tradução problema → plataforma
Lynx S10 Proprimário — navegação autônoma, IP66 (opera sob chuva), 5 m/s, 8 kg de carga útil
X30 Proambiente severo — IP67, −20/+55 °C, recarga autônoma
Lynx M20percurso longo com trechos planos — 15 km de alcance

Estudo de aplicação para o seu contrato

Descreva a operação — número de condomínios atendidos, metragem de perímetro e o trecho que mais gera reclamação em assembleia. A Ecletiq desenha a cobertura, indica a plataforma e estrutura a importação formal.

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