× DEEP ROBOTICSImportadora oficial · BrasilCinco plataformas — quadrúpedes, híbridos roda-perna e humanoide — do laboratório da universidade à inspeção industrial 24/7. Importação formal, nota fiscal, certificação internacional — operação em São Paulo, assistência própria em Campinas.
Três famílias, três jeitos de vencer o mundo físico — cada uma com seu palco em vídeo.
O robô que trabalha no mundo feito pra gente: portas, escadas, ferramentas. DR02 e DR02 Pro.
DR02 Pro: página completa →Vão aonde roda nenhuma vai — da sala de aula ao vulcão. Lite3 Pro e X30 Pro.
Ver a família em vídeo →Velocidade de roda com alcance de pata — do corredor de 50 cm ao Ártico. Lynx M20 e S10.
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Subestação, fábrica, armazém, hidrelétrica e tubulação — ronda autônoma 24/7 com térmica, gás e recarga sozinha, provada nos casos da Califórnia e da Budweiser.
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Reconhecimento em escombro, fumaça e ambiente tóxico antes da equipe entrar — IP67, visão em escuridão total e reconstrução 3D ao vivo pro centro de comando.
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Patrulha de perímetro e presença remota em porto, campus, condomínio e evento — o robô vai olhar de perto, a equipe decide de longe.
Ver a solução →Antes de escolher o robô, conheça quem o constrói: a empresa que colocou o primeiro quadrúpede do mundo pra inspecionar uma subestação de energia sozinho — e hoje lidera o setor industrial no mercado global.
Fundada em Hangzhou por Zhu Qiuguo e Li Chao, doutores em robótica pela Universidade de Zhejiang. Foi a primeira do mundo a realizar inspeção 100% autônoma de subestação elétrica com robô quadrúpede.
Pela consultoria Frost & Sullivan (2025), é a número 1 do mundo em receita de quadrúpedes para aplicação industrial. Fábrica digitalizada com capacidade de 20 mil robôs/ano e programa acadêmico com a UC Berkeley e mais de 10 universidades globais.
Rede de serviço em Londres, Paris, Berlim, Singapura, Washington, Califórnia, Abu Dhabi, Riad e Tabuk — a província onde fica NEOM. Parceiros como Lenovo, Takenaka, UCL e Edimburgo — e o primeiro caso industrial fora da China foi na rede elétrica de Singapura.
No Brasil, essa engenharia chega com porto seguro: a importação oficial da Ecletiq →
Da subestação chinesa à praia de NEOM, do túnel sem GPS à reserva selvagem a 4.600 metros — casos e números reportados pela própria Deep Robotics, com a fonte aberta em cada cartão.
Frota em ~30 subestações da China Southern e concessionária de Zhejiang: 98% de precisão, zero alerta perdido e estação inteira inspecionada em menos de 35 minutos — contra mais de 1 hora do humano.

No megaprojeto NEOM, o X30 virou o primeiro sistema de inspeção externa totalmente automatizado do país — em ambiente de praia extremo, substituindo integralmente a ronda humana de 4 horas em área de alto risco por operação contínua não tripulada.

Zero sinal de GPS, sem rede celular e passagens de 50 cm. O Lynx M20 rola no concreto, vira caminhada no entulho, detecta gás abaixo do limiar do olfato humano e volta sozinho pro carregador sem fio.
Túnel de cabo confinado com CO₂ alto: o X30 faz a inspeção fina nas áreas críticas, o Lynx M20 varre os trechos longos com térmica. Sincronizados na nuvem, cada trecho é inspecionado a cada 2 horas — "a eficiência mais que dobrou", diz o gerente da operação.
Simulado com desabamento, incêndio de caminhão-tanque e vazamento de propileno: o X30 subiu escada de 45°, atravessou escombro, transmitiu reconstrução 3D em tempo real — e localizou todas as sete pessoas presas. "As pessoas não conseguem chegar; a informação não consegue voltar" — é aí que ele entra.
Um X30 vestido de antílope tibetano entrou na manada e migrou junto, teleoperado a até 2 km — observação de perto com zero perturbação, onde humano nenhum chega sem espantar. O Lynx M20 carregou oxigênio e equipamento pra equipe da Xinhua.
No maior complexo atacadista do planeta, o X30 é o posto de segurança móvel: patrulha as áreas-chave, identifica risco de incêndio e alerta atividade anormal — o primeiro vigia tecnológico que nunca para.

Numa grande empresa de armazenagem da Califórnia, X30 e Lynx M20 trabalham em dupla: RTK de precisão centimétrica nos corredores estreitos, térmica infravermelha e detecção de gás, e o ciclo percepção-decisão-resposta fechado em segundos. O caso ocidental mais próximo do que faremos no Brasil.

Na área de brassagem da Budweiser em Xangai, o X30 Pro mede temperatura com térmica de ±0,5 °C, ouve vazamento além do alcance humano com câmera acústica e monitora CO₂ e amônia — manutenção preditiva rondando no lugar de gente em zona de gás.
Inspeção dos túneis subterrâneos de utilidades da SP Group, a rede elétrica nacional de Singapura — o primeiro caso industrial da Deep fora da China, já em segunda fase, validando os túneis de cabo ultraprofundos.

Na exposição da Universidade Técnica de Dresden, um Lite3 com nariz eletrônico de terceiros desviou da plateia, parou no ponto de teste e identificou o odor em tempo real — prova de que a plataforma aceita o sensor que a sua pesquisa precisar.
Da delegacia de Chengzhong, em Xining, ao pantanal de Xixi em Hangzhou (foto): a patrulha autônoma integra alto-falante, identificação, coleta de dados e seguimento — sem expor o agente na ronda.

Nos EUA, o M20 Pro de rodas já faz logística: sobe plataforma de 80 cm, embarca e desembarca da caçamba sozinho e acopla a caminhões pra entrega de última milha — 15 kg de carga por 2,5 horas, com navegação e recarga autônomas.
Da praia de +55 °C em NEOM ao gelo do Ártico: o Lynx S10, com patas biônicas inspiradas em pata de urso, atravessa neve, gelo e água — o envelope térmico de −20 °C a +55 °C deixando de ser especificação e virando imagem.
Conhecer o Lynx S10 →Lei 8.010/90, credenciamento CNPq e os três caminhos legais da importação para pesquisa — II, IPI e AFRMM isentos, com a Ecletiq estruturando a operação com a sua instituição como importadora de registro. O guia mais completo do Brasil está aqui, de graça.
Ler o guia da isenção fiscal →Proposta técnica e comercial sob medida — universidade, indústria ou órgão público. Resposta de gente que conhece as máquinas, não de robô de atendimento (ironicamente).
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