× DEEP ROBOTICSImportadora oficial · BrasilToda planta tem um trecho que a ronda cumpre mal e todo mundo sabe qual é: o pátio de tanques, o fundo da subestação, a faixa entre o galpão e o muro. É longe, é escuro, é desconfortável — e por isso é onde a rota vira atalho. A ronda robótica percorre o trajeto inteiro, na ordem que o algoritmo sorteia, com a mesma qualidade na última volta e na primeira.

Quilômetros de cerca que uma pessoa leva a noite inteira para percorrer uma vez. O robô faz a volta quantas vezes couberem no turno, sem que o intervalo entre passagens vire horário conhecido.
Espaço aberto, mal iluminado e cheio de obstáculo fixo. É onde a câmera de poste tem ângulo morto por construção e onde a ronda a pé é mais lenta.
Área energizada, com procedimento próprio de entrada. Mandar o robô olhar é retirar uma pessoa de perto do risco sem deixar o trecho sem ronda.
Cobertura, mezanino, passarela técnica. Trechos que exigem trabalho em altura para uma passagem visual de dois minutos.
Câmera comum precisa de luz, e luz numa planta é infraestrutura cara de manter acesa a noite inteira. A imagem térmica lê o calor do corpo — alguém agachado entre dois tanques, no escuro total, aparece. É exatamente o cenário em que a câmera fixa falha e o vigilante a pé não chega a tempo.
Área classificada exige equipamento certificado para atmosfera explosiva (Ex / ATEX / IECEx). Os robôs desta linha têm grau de proteção contra água e poeira — IP66 no Lynx S10 Pro, IP67 no X30 Pro — que é outra certificação, para outro risco. Grau IP não autoriza entrada em área classificada.
Na prática isso quase nunca inviabiliza o projeto, porque o que se quer vigiar costuma ser o perímetro da área classificada, não o interior dela. Mas é a primeira pergunta que o seu SESMT vai fazer, e a resposta honesta é esta. Se a sua operação tem trecho classificado no meio do trajeto, traga a planta: a cobertura se desenha em volta.
Toda passagem sai gravada, com hora e trajeto. Numa planta isso vale duas vezes: encerra a discussão sobre se a ronda foi cumprida e vira registro para auditoria — interna, de cliente ou de seguradora. Prova de procedimento cumprido é o que decide laudo depois de um sinistro, e ronda sem registro é palavra contra palavra.
O desenho que faz sentido não é comprar equipamento — é incluir a ronda robótica no contrato que a sua empresa já tem com a indústria. O robô entra como serviço que você revende, dentro da operação que já é sua. Dez plantas com uma unidade cada são dez rondas 24 horas sem abrir dez postos novos.
E dito com todas as letras: isto não substitui vigilante. A profissão é regulada pela Polícia Federal, com formação obrigatória e fiscalização — e nenhuma máquina cobre o que uma pessoa treinada resolve. O robô assume o percurso longo para que o vigilante fique onde o gestor decidir que ele faz mais falta.
| Lynx S10 Pro | primário — navegação autônoma, IP66 (opera sob chuva), 5 m/s, 8 kg de carga útil |
|---|---|
| X30 Pro | ambiente severo — IP67, −20/+55 °C, recarga autônoma |
| Lynx M20 | percurso longo com trechos planos — 15 km de alcance |
Descreva a operação — extensão de perímetro, número de rondas por turno, e se há área classificada no trajeto. A Ecletiq desenha a cobertura, indica a plataforma e estrutura a importação formal.
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